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Troca de experiências na Educação

Lisboa acolhe encontro dos PALOP para discutir linha de crédito do Banco Mundial

terça-feira 26 de Junho de 2007, por O Primeiro de Janeiro

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Os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa vão partilhar experiências para perspectivar o futuro da Educação em cada país.


Mas a principal razão do encontro é a discussão da criação de uma linha de crédito criada pelo Banco Mundial. O encontro começa amanhã em Lisboa.

A partir de amanhã e até sexta-feira, o Banco Mundial discute com os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) a criação de uma linha de crédito para a Educação. Durante a reunião, em Lisboa, os países dos PALOP irão promover o diálogo e a troca de conhecimentos para que o BM apoie o desenvolvimento e reformas educativas sustentáveis. Explicando a intenção do encontro, a ministra da Educação de Cabo Verde apontou que “os ministros da Educação partilhem o percurso feito nos seus países individualmente no que tange à educação e perspectivem os desafios que se avizinham, e que o Banco Mundial crie uma linha de crédito para os países PALOP”.

Filomena Martins disse ainda que a ideia é que, partilhando as experiências, os titulares da Educação tenham uma estratégia global junto do BM, sem perder as especificidades de cada país. No caso de Cabo Verde, a ministra avançou que o BM tem uma preocupação particular com o ensino básico integrado, que no seu país vai da 1.ª à 6.ª classes. “Essas preocupações incidem sobretudo no âmbito do acesso ao ensino fundamental, da qualidade e equidade e formação de docentes para ensino básico e ainda da gestão e avaliação desse subsistema de ensino, porque os propósitos do Banco Mundial, neste caso, estão articulados com dois grandes documentos internacionais que são os Objectivos do Milénio e a Educação para Todos”, explicou.

Filomena Martins afirmou que apesar de se pensar numa estratégia comum para os PALOP, é necessário atender as especificidades de cada país, já que, em termos de acesso, Cabo Verde está num patamar diferente. “Para nós, neste momento já não se trata de promover o acesso da Educação a todos, mas sim melhorar a qualidade da Educação. E para trabalhar a qualidade temos de ter a revisão curricular, o sistema nacional de avaliação das aprendizagens, a introdução das novas tecnologias de informação e um corpo docente apto a trabalhar com as nossas crianças”, explicou.

Cabo Verde tem neste momento uma taxa de escolarização no ensino básico de 100 por cento, pelo que a preocupação do Governo é agora investir na qualidade do sistema de ensino, que deverá passar pela revisão curricular e um novo perfil do pessoal docente. “Estamos num momento crucial porque estamos a conceber a revisão curricular a nível do ensino básico e secundário e ter agora uma parceria especial para podermos fazer a revisão curricular é fundamental para nós neste momento”, disse a ministra. A revisão curricular irá incidir sobre os planos de estudos, conteúdos programáticos, elaboração de guias e actualização dos conteúdos curriculares.

O Primeiro de Janeiro


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