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Seis obras de arte pública criadas ao vivo no castelo

quarta-feira 10 de Outubro de 2007, por Jornal de Notícias

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A pedra da região de Sesimbra não serve apenas para brita. É também matéria-prima para obras de arte. Prova disso são as seis esculturas expostas no castelo e que foram elaboradas ao vivo por sete artistas entre os dias 15 e 30 do mês passado.


No âmbito da iniciativa "Escultura ao Vivo", promovida pela Câmara local, as obras vão, em breve, embelezar espaços públicos do concelho. "É um balanço extremamente positivo para os artistas, que deixam aqui a sua obra, e para Sesimbra que aumenta o seu património cultural e artístico", avançou ao JN o comissário da exposição, Carlos Bajouca.

O escultor, de 51 anos, salienta que estes novos monumentos demonstram que "a pedra da região não serve só para calçada e gravilha". Sobre a obra "A Pesca do Espadarte", que construiu em conjunto com o cubano Hans Varela e que irá para a rotunda do Marco do Grilo, à entrada da vila, Carlos Bajouca realça que é "uma forma de homenagear os pescadores e a pesca do espadarte".

Já o escultor Hans Varela, de 40 ans, frisa que a obra "representa Sesimbra em todo o seu esplendor". A mesma opinião tem Beatriz Cunha, de 48 anos "Foi tudo feito a um nível muito elevado em termos de convívio. E o local é maravilhoso", salienta a escultora que construiu uma "Alauda", que em latim significa Cotovia, a localidade para onde vai a peça. "É uma escrita musical, de fio ao vento, uma espécie de canto", descreveu.

"Terra Mar" é o nome da escultura elaborada por João Antero, de 58 anos. "Na mesma pedra existe a terra e o mar, com um elemento orgânico no meio, uma árvore, que tenta representar o nascimento", salienta o professor, cuja obra será colocada no Parque Urbano da Quinta do Conde.

"Foi uma iniciativa enriquecedora a todos os níveis", concluiu João Antero. Moisés Preto Paulo, 44 anos, elaborou "Severo Preto - O Homem do Leme", uma peça que será transferida para a nova marginal de Sesimbra. "Trata-se de uma homenagem à população local", disse o autor.

Aplaudindo a iniciativa, Moisés Preto Paulo recorda que a iniciativa permitiu mostrar à população "como se fazem obras com escalas de exterior". "As pessoas têm curiosidade em saber como é que se transforma a matéria e como é que se forma uma obra de arte a partir de um calhau", corrobora João Renato, de 37 anos.

Tendo como destino a Quinta do Conde, a peça "Os pioneiros" retrata, segundo o autor, "o surgimento dos primeiros habitantes naquela localidade".

A "Homenagem ao Dador de Sangue", que também irá para a Quinta do Conde, foi trabalhada por Nelson Cardoso, de 49 anos. "Simboliza uma mulher sem rosto com o coração a sair", contou ao JN o escultor.

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