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Plano contra a crise aposta no emprego

Governo vai gastar mais de dois mil milhões e aumentar o défice para tentar combater a crise.

terça-feira 16 de Dezembro de 2008, por Jornal de Notícias

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Um estímulo à economia para promover o investimento, apoiar as pequenas e médias empresas e segurar o emprego.


Foi como o primeiro-ministro classificou o plano contra a crise, no valor de 2 180 milhões de euros, este sábado, aprovado pelo Governo.

No final do Conselho de Ministros extraordinário convocado para aprovar o plano de relançamento da economia portuguesa face à crise económica e financeira mundial, José Sócrates disse que "esta é uma iniciativa para a economia e para o emprego", que classificou como "a prioridade das prioridades no domínio social e das políticas sociais" para o próximo ano.

O primeiro-ministro explicou que o plano assenta em três eixos: reforço do investimento público, como, por exemplo, com o arranque de obras de modernização em 100 escolas de todo o país, no valor de 500 milhões de euros, e estímulos fiscais e orçamentais para uma maior utilização das energias sustentáveis e modernização das redes de comunicação; 800 milhões de euros em medidas de apoio às empresas, designadamente às exportações, de modo a dar-lhes "uma nova ambição" e a enfrentarem "as dificuldades que vão inevitavelmente surgir em 2009"; e, por último, um pacote de 12 medidas, avaliadas em cerca de 580 milhões de euros, destinadas a manter e a promover o acesso/regresso ao emprego e a alargar a protecção social.

Na conferência de imprensa, onde estiveram também os ministros das Finanças, Economia e Trabalho e Solidariedade, José Sócrates admitiu que este investimento de 2.180 mil milhões de euros - que equivale a 1,25% do PIB - vai agravar de 2,2 para 3% o défice público, mas é o resultado do "esforço adicional" que entende que deve ser feito para fazer face ao impacto "forte" que a crise financeira vai ter na economia real.

"Estamos a fazer tudo para responder ao impacto negativo que a crise internacional vai ter em todas as economias", disse, lembrando que "este é o momento de o fazer de forma articulada com os outros países europeus".

Entre as medidas aprovadas para criar emprego, estão apoios à contratação e isenções de pagamento de contribuições sociais para quem contratar jovens, desempregados ou trabalhadores mais velhos.

GINA PEREIRA

Jornal de Notícias

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