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Os Portugueses gostam de investir na pedra

O fim dos créditos com taxas variáveis?

domingo 12 de Outubro de 2008, por LusoJornal

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«Quando um cliente se dirige até ao nosso banco, é porque já tem uma compra em vista », começa por anunciar sorridente José Leal, Director da agência de Caixa Geral de Depósitos, em Vitry-sur-Seine (94).


«Uma vez que escolheu a sua futura aquisição, é então possível analisar o seu caso ; se já for nosso cliente, é possível aceder de imediato a sua conta, caso contrário, os seus recibos de vencimento revelam-se necessários, assim como a validação da natureza da sua conta bancária”, avança ao LusoJornal.

O prazo e a mensalidade estão intimamente ligados. Ao seleccionar um prazo de crédito, estabelece a mensalidade e vice-versa. Para proceder a escolha do prazo do crédito a habitação, há que ter em conta vários factores: quanto mais o prazo de empréstimo for extenso, mais os juros serão altos. Sendo assim, o preço de custo é mais importante para o mesmo valor de empréstimo e a mesma taxa de juros; alargar o prazo do empréstimo de 10 a 20 anos corresponde praticamente a duplicar o preço custo do crédito. «Para conseguir melhores condições de crédito a habitação e atingir importantes poupanças, tem todo o interesse em optar pelo prazo mais curto para o seu empréstimo. Um fundo pessoal para o crédito revela-se fundamental, uma vez que será nomeadamente necessário para os honorários de notário iniciais que correspondem a 7% dos custos. Todavia, geralmente, todos os nossos clientes já possuem essa quantia ».

Os empréstimos bancários são distribuídos entre todas as instituições de crédito. São livres : os bancos fixam livremente as taxas e o montante dos custos. “Existem várias taxas possíveis : A taxa variável que é actualmente descartada por ser demasiada perigosa tendo em conta a subida constante das taxas dos últimos tempos. Praticamente propomos apenas a taxa fixa (fixada no acto de assinatura do contrato de empréstimo sem sofrer variações, excepto em caso de renegociação de crédito ou de reembolso por antecipação)”.

Os prazos de créditos também prolongam-se ; é possível pedir empréstimo para 5 anos como para 35 anos, « dependendo do montante e da idade do cliente. Um cliente com 40 anos não poderá subscrever um crédito para 35 anos, tendo em conta que a idade final para um crédito é aproximativamente 65 anos, correspondendo à idade da reforma».

A maioria dos clientes sendo portuguesa, José Leal alegra-se por ter clientes muito poupados e que nunca levantaram problemas para reembolsar os seus empréstimos bancários. “Os Portugueses gostam de investir na pedra e sobretudo a nova geração que entendeu ser preferível pagar um crédito durante dez anos do que pagar um arrendamento que se tornou cada vez mais caro ao longo dos anos”.

Também existem vantagens para os jovens como a taxa com custo zero (« taux à ‘prêt zéro’ ») na primeira compra « que lhes permite de obter parte do seu crédito até 28 mil euros, sem juros a pagar».

Desde o início do ano, José Leal confessa que o sector imobiliário conheceu uma grande crise com uma subida dos juros muito mais significativa do que em anos precedentes. As pessoas sentem mais receio em comprar pelos tempos que correm ; a nossa agência de Vitry registou aproximativamente menos 20% do que o ano anterior em créditos a habitação. Mas, as pessoas sabem que apesar da crise, o investimento faz parte do futuro e quando se consegue poupar todos os meses, todos temos boas hipóteses de comprar”.

«O que posso aconselhar, é iniciar com um pequeno apartamento, depois mais tarde, é possível comprar um maior ou uma moradia. Muitas vezes, os créditos de 30, 35 anos são reduzidos alguns anos mais tarde porque entretanto os salários aumentaram ou porque se conseguiu poupar mais algum e por conseguinte, os clientes nunca completam os 30, 35 anos ».

Segundo o Director da agência, a Caixa Geral de Depósitos é um banco competitivo no mercado de habitação e atrai também uma clientela cada vez mais fiel. O universo do imobiliário sempre conheceu altas e baixas de preços que muito rapidamente sabe se as taxas vão acabar por baixarem e assim permitir a muito mais pessoas de um dia vir a ser proprietárias?

LusoJornal

1 Mensagem

  • Os Portugueses gostam de investir na pedra

    18 de Dezembro de 2008 12:41, por Marie - Anne Lefort

    Concordo com o Senhor Director da Caixa Geral de Depositos,em Vitry-sur-Seine, Jose Leal, ao afirmar que, " o povo portugues investe na pedra "o que demonstra a clarividencia desse mesmo povo, ao apostar na propriedade segura em Portugal. Hoje mesmo me desloco a Paris para promover junto de diversas entidades, alguns dos melhores empreendimentos turisticos situados na regiao do Algarve, (Lagos,Praia da Rocha,Portimao,Vilamoura, Armacao de Pera), onde julgamos ser um dos lugares mais apeteciveis a aplicacao do investimento, dada as caracteristicas climaticas deste pais, a tranquilidade e ao socego assim como a beleza natural do meio ambiente envolvente. Portugal continua a ser o pais seguro, onde a aplicacao de capital e uma certeza.
    Marie - Anne Lefort (e-mail: albamonchique@gmail.com
    Telefone: 00351 916033561

    Ver online : Investimento dos Portugueses na Pedrawww



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