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Mergulho Subaquático

Açores - Portugal

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Em Santa Cruz das Flores, assim como nas Lajes das Flores, uma das principais actividades é o mergulho.



A limpidez das águas é o deslumbrante e a temperatura do mar chega em Agosto aos 24 graus. No centro de Mergulho do Hotel Ocidental ou através da empresa Flores Cetáceos podemos fazer mergulho com garrafa, de barco ou a partir de terra.

Impõe-se uma visita à Gruta dos Enxaréus, uma enorme cavidade vulcânica à beira-mar com cerca de 50 metros de profundidade e 25 de largura. Outro dos serviços prestados pelas duas empresas são as viagens de barco para a ilha do Corvo, se bem que o temperamento destas águas por vezes desaconselhe a travessia. Outra atracção são as piscinas naturais, em Santa Cruz das Flores, onde é irresistível dar um mergulho.

Já vai sendo hora de jantar e paramos na Fajãzinha, no restaurante Pôr-do-sol. Passando a pequena vila, sempre a descer em direcção ao mar, encontramos a cozinha da Nélia Freitas e as suas lapas com molho especial. Mas na ementa marcam presença a morcela e a linguiça, acompanhados com bolo do tijolo, inhame e batata-doce assada. Na manhã seguinte, as nuvens das terras altas levantaram. As cascatas que se avistam do alto da Fajãzinha demonstram todo o esplendor e a palavra de ordem é subir. Não demoramos mais do que cinco minutos a chegar à lagoa Rasa, do lado esquerdo da estrada. É um lago-espelho, rodeado por um jardim verde, como o nome indica. Abeiramo-nos do lado direito e vemos a lagoa Funda das Lajes. Avista-se a sua forma quase circular, a mais de cem metros de profundidade, com pequenos areais. Continuamos na direcção do Morro Alto e encontramos a lagoa Funda, que em tempos se chamou Negra, e a lagoa Comprida, separadas por uma crista de relevo ínfima, não mais do que uns 20 metros de largura. À volta são planaltos, que dão para outra lagoa, a Branca, repleta de flores. A estrada sulca a paisagem. Daqui temos a sensação de estarmos no território da natureza.

De volta à Fajã Grande, não podemos deixar de parar na Casa da Vigia, de Monica Binda. O restaurante está decorado com mobiliário antigo, restaurado, e é simplesmente um cantinho que não esperávamos encontrar. Chegou às Flores em 1994 e aqui criou raízes. A habilidade culinária vem-lhe da mãe e do talento próprio. Na ementa descobrem-se pratos tão “improváveis » nestas paragens como os gnocchi com sémola de trigo, os pastéis de algas nori, apanhadas aqui na Fajã Frande, o sushi de atum, ou sobremesas como uma deliciosa crostata de araçá.

Cozinha do mundo, biológica, e dois dedos de conversa sobre música, viagens, sobre os Açores...

Bem diz Carlos Silva, da Aldeia da Cuada: “Deus qui pôr nas Flores um pouco de todas as ilhas”.


Il n'y a pas d'événements au calendrier.


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