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Em Busca dos moinhos de vento - Turismo em casa-moinhos

Póvoa de Lanhoso - Portugal

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Póvoa de Lanhoso explica o nosso périplo a norte. O Moinho da Porta, na aldeia minhota de Taída, justifica a nossa jornada. Não há placas. O objectivo é a caminhada ser dificultada ao máximo, para quem lá chegue esteja em tranquilidade e privacidade plenas.



José Vieira, o proprietário, oferece-se para ir buscar os hóspedes ao centro de Taíde. Se preferir, tente lá chegar por si, seguindo os barulhos da água do rio Vides e as deliciosas indicações dos habitantes da aldeia.

Chegados ao moinho, a porta é grande e de um vermelho vivo. Um pormenor que chamaria de imediato à atenção não fosse a magia natural envolvente distrair-nos por completo. O moinho da Porta encontra-se em frente a uma pequena cascata natural e o barulho da água é imponente. A casa, toda em pedra, tem dois andares, sendo o vermelho das portadas a única cor que ressalta do meio dos carvalhos e salgueiros. De resto, musgo, muito musgo, a enfeitar os maciços pedregulhos, é o tom predominante.

Se, por fora, se vislumbra um centenário moinho de água, surpreenda-se com o cuidado estético que foi reservado aos interiores: linhas simples, tons suaves e peças de design misturam-se com móveis mais rústicos. “Fazer o casamento entre o antigo e o moderno… essa é a piada”, diz José.

No primeiro andar, há um quarto de casal e outro quarto duplo. Cá em baixo, o espaço é dividido pela kitchenette, salas de jantar e de estar, a dar para uma varanda em pedra que contempla o passar do rio. E, por falar em rio… a meio da sala, o chão é envidraçado e vê-se a antiga mó em funcionamento a deixar a água correr ao seu ritmo natural. De resto, a decoração inspirou-se em antigos instrumentos deste moinho de água.

O pequeno-almoço é para degustar no jardim, onde pequenas oliveiras e nandinas vermelhas dão um colorido que combina com as portas e janelas do moinho. Algumas espreguiçadeiras de madeira convidam ao sol, em frente ao pequeno deck da piscina. Se preferir a água do rio, poderá aqui encontrar lontras e melros de água.

Entretanto, o musgo apodera-se das pedras ao longo do rio e, envolvendo-o, dá-lhe vida própria. Ideal para um fim-de-semana longe do mundo…


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