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Destroços de navio português considerados"marco" no estudo do comércio de escravos

terça-feira 2 de Junho de 2015, por Destak

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A descoberta dos destroços de um navio português que naufragou no sul de África e onde mais de 200 cativos morreram afogados constitui um marco no estudo do comércio de escravos, referiu hoje a Smithsonian Institution dos Estados Unidos.


O afundamento do São José-Paquete de África, um navio português que naufragou em 1794 ao largo da atual Cidade do Cabo, quando se dirigia para o Brasil vai ser recordado em duas cerimónias previstas para quinta-feira na cidade sul-africana, referiu em comunicado a instituição de investigação norte-americana.

"Esta descoberta é significativa porque nunca houve documentação arqueológica de um navio que se afundou e se perdeu enquanto transportava uma carga de pessoas escravizadas", disse Lonnie G. Bunch, diretor-fundador do Museu Nacional Smithsonian de História e Cultura Africana-Americana (NMAAHC).

Destak


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