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Castelos do Tejo

Uma viagem de Almourol a Vila Velha de Ródão

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Viajar pela linha da Beira Baixa permite apreciar as belas paisagens da Beira-Tejo durante quase uma centenas de quilómetros.



Além disso, é a oportunidade para um encontro com a história, uma vez que, ao longo de épocas diferentes, aqui se foram construindo castelos e fortalezas de diversos tipos, todos eles vísiveis a bordo do comboio.

A viagem no Tejo para ver os castelos que defendiam este estratégico ponto começa no Entroncamento, local onde as linhas de comboio entre do Norte e da Beira Baixa (além da do Leste) se separam.

Inicia-se a viagem rio acima e a linha logo bifurca nitidamente para a direita, aparecendo o Tejo ao fim de alguns minutos de viagem. É a altura para começar a prestar atenção às janelas do lado direito do comboio, pois, deixados para trás Vila Nova da Barquinha e Tancos, não tardará a avistar-se o castelo de Almourol. Situado numa ilhota a meio do Tejo, é um dos pontos altos da viagem. Para a visita é necessário descer no apeadeiro de Almourol e caminhar até Beira-rio, havendo barqueiros que asseguram o transporte para o castelo.

Abrantes, o castelo seguinte, coroa a cidade homónima, bem visível a partir do comboio, uma vez que, perto de Constância a linha passou para a margem esquerda do Tejo. Para ver o castelo, poderá ou tomar um transporte rodoviário, ou passar a ponte e caminhar 20 minutos até ao centro da cidade. Passado pouco quilómetros, a linha volta a transpor o Tejo, retornando à margem direita, onde se manterá daqui em diante. Após a barragem de Belver, não tarda a surgir a vila homónima, com o castelo medieval no ponto mais alto.

A pequena estação de Barca da Ameira, uns quilómetros para montante, perpetua a memória dos barqueiros que aqui asseguravam a passagem para a margem sul, mesmo após a chegada, dos primeiros comboios, em finais do século XIX. Poderá eventualmente arranjar um pescador que o leva até à margem contrária. O castelo da Ameira está a quatro quilómetros, para sul.

O estreitar e o elevar das margens após nova barragem – a do Fratel – indiquam a aproximação das portas de Ródão, formidável abertura pelo meio da serra das Talhadas, através da qual o Tejo rasgou passagem. A subida do nível do rio devido à construção da referida barragem tirou algum dramatismo à paisagem mas, ainda assim, é uma visão extraordinária.

Um pouco antes, um observador atento distinguirá pela janela esquerda, lá no alto, a torre templária de Vila Velha de Ródão. Para a ver, desca na estação e tome um táxi até lá. Mas, se gosta de andar a pé, suba até à escola secundária e a partir daí siga as indicações de um trilho pedestre de quatro quilómetros que leva até lá e tenha a curiosidade de, no início, passar junto a baterias dos séculos do século XVIII e XIX cujas peças defendiam esta zona do Tejo de eventuais invasores. A torre, mesmo por cima da Vila Velha de Ródão, foi atalaia templária que daqui vigiava o rio e movimentos na margem contrária. De Ródão, o passeio pode depois prosseguir até Castelo Branco.


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