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Alunos constroem robôs com material reciclado

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Os alunos do terceiro ano da licenciatura em Engenharia Electrónica Industrial da Universidade do Minho mostraram, ontem, 9 robôs feitos a partir de material reciclado.



O trabalho prático do primeiro semestre consistiu no desenvolvimento de robôs móveis autónomos com variado tipo de tarefas vigilantes, transportadores de botijas, cortadores de relva.

A cada um dos grupos de alunos foi colocado o desafio de construir um robô sem orçamento e a partir de material reciclado correias velhas, motores usados. O resultado: um cortador de relva autónomo, um aspirador, um carrinho de compras que tem a particularidade de seguir o seu "dono", um outro, munido de lagartas, para operar em terreno de destruição e um distribuidor de correio em grandes organizações.

Claro que são, por agora, apenas protótipos, sem grandes cuidados de ergonomia, mas os projectos podem vir a ser melhorados, no final do curso, como salientou Fernando Ribeiro, o dinamizador do Grupo de Robótica da UM. "O que interessa é que os alunos fiquem com ideias sobre a comercialização de produtos", vincou o docente, lembrando o caminho percorrido pela cadeira de rodas omnidireccional, nascida de processo semelhante e que acabou por ser produzida e comercializada por uma empresa.

Os alunos transformaram peças velhas em robôs com utilidade. Toda a parte electrónica, mecânica e programação dos robôs foi levada a cabo pelos alunos, e orientada por alguns docentes dos grupos disciplinares de automação e robótica. Estas ’máquinas’ podem vir a ter, no futuro, uma utilização prática", Marco Ferreira, um dos alunos envolvidos na concepção de um robô omnidireccional com a função de recolher objectos do chão através de um braço giratório.

A paixão dos alunos e da "malta nova" ao universo da robótica é tanta que a adesão à "Robô Party" (Guimarães, de 23 a 25 de Março) está a superar todas as expectativas. "Temos 110 equipas dos mais diversos pontos do país", revelou Fernando Ribeiro, da organização, admitindo que o pavilhão desportivo da UM pode não chegar para acolher todos os participantes.

Trata-se da primeira vez que um evento do género tem lugar em Portugal. Segue de perto o modelo de uma "LAN Party" os participantes permanecem no pavilhão, em tendas ou sacos cama, durante os três dias, 24 sobre 24 horas.


Il n'y a pas d'événements au calendrier.


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